A busca por produtos mais conscientes já virou tendência forte no mercado de beleza. Um relatório da empresa de pesquisa MarketGlass aponta que o mercado global de cosméticos veganos pode ultrapassar US$ 21 bilhões até 2027, impulsionado por consumidores que querem mais transparência, responsabilidade e fórmulas alinhadas com bem-estar e sustentabilidade.
No Brasil, o comportamento também é claro: levantamento da Opinion Box indica que 96% das brasileiras valorizam produtos não testados em animais, veganos e naturais. Ou seja: a conversa deixou de ser “moda” e virou critério de escolha.

Por que esse nicho cresce tanto?
O que mudou foi o nível de exigência. As pessoas querem entender melhor:
- o que estão passando na pele e no cabelo
- de onde vem cada ingrediente
- se a marca tem prática ética (cruelty-free)
- qual o impacto ambiental da fórmula e da produção
E isso abre espaço para marcas que unem qualidade + propósito + clareza na comunicação.
Naturais, veganos e “limpos”: não é tudo a mesma coisa
Uma confusão comum é tratar esses termos como sinônimos — mas eles têm diferenças importantes:
- Vegano: não contém ingredientes de origem animal e normalmente também evita testes em animais.
- Natural: costuma ter alta presença de ingredientes naturais (muitas vezes acima de 90%/95% dependendo do critério), mas isso não garante que seja vegano.
- Cosmético “limpo” (clean): o foco é evitar ingredientes considerados problemáticos a longo prazo para a saúde e para o meio ambiente (como certos conservantes e substâncias associadas a desequilíbrios hormonais, os chamados disruptores endócrinos).
Na prática: um produto pode ser vegano e ainda assim não ser “clean”. E um produto natural pode não ser vegano.
O consumidor hoje quer o combo: eficaz, seguro, ético e transparente.
O papel da Multi Vegetal nesse novo cenário
A Multi Vegetal nasceu com um posicionamento que conversa diretamente com esse movimento: fórmulas com base vegetal, foco em bem-estar e um estilo de beleza mais consciente.
O diferencial aqui não é só “ser natural”. É trabalhar para entregar:
- rotina de cuidado mais simples e inteligente
- ingredientes com propósito
- comunicação clara sobre uso e benefícios
- resultados consistentes sem promessas milagrosas
Isso aproxima a marca de um público que quer equilíbrio: performance + consciência.
O que as pessoas mais procuram nesse tipo de cosmético?
Na prática, as demandas mais frequentes são:
1) Rotina capilar com mais saúde
Linhas de hidratação, nutrição e recuperação são campeãs porque o cabelo é onde muita gente sente o impacto de excesso de química, calor e agressões do dia a dia.
2) Produtos “sem exageros”
Cada vez mais gente evita rotinas com 10 passos e prefere itens com bom desempenho e fórmulas mais limpas, principalmente para uso contínuo.
3) Segurança para peles sensíveis
Muita gente procura alternativas mais suaves (especialmente quando sente irritação com cosméticos convencionais).
Observação importante: sensibilidade e dermatites precisam de avaliação profissional; o ideal é sempre testar gradualmente e, se necessário, conversar com um dermatologista.

Como fazer a transição sem jogar tudo fora
Se você quer migrar para cosméticos mais naturais e veganos, não precisa fazer isso de uma vez. Um caminho inteligente:
- Comece pelo uso diário: shampoo/condicionador, finalizador, hidratante corporal.
- Troque conforme acabar: evita desperdício e facilita adaptação.
- Faça teste gradual: introduza 1 produto por vez e observe a resposta da pele/cabelo.
- Leia o rótulo com calma: “natural” no marketing não basta — procure transparência.
Beleza com propósito: tendência que virou decisão
O crescimento do mercado vegano e natural mostra uma virada real: as pessoas querem se cuidar sem desconectar o cuidado pessoal do impacto no mundo.
A Multi Vegetal entra exatamente aí: cuidado com base vegetal, rotina mais consciente e foco em bem-estar — com uma experiência que respeita o consumidor e o planeta.
Quer começar? Escolha 1 item para iniciar sua transição e vá evoluindo aos poucos. Seu corpo (e sua consciência) agradecem.








